| A Apex Brasil e a estratégia para promoção das exportações brasileiras |
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| Sex, 26 de Junho de 2009 11:24 | |
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A agenda governamental inclui, dentre outros temas, a implementação de medidas que facilitem o comércio exterior e elevem a participação brasileira para 1,25% das exportações mundiais até 2010. O incremento da participação das exportações brasileiras no total das exportações mundiais, bem como o aumento do número de micro e pequenas empresas exportadoras são, inclusive, duas das quatro macro-metas sobre as quais se apóia a nova política industrial, a chamada Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Anunciada em maio passado, a PDP tem por objetivo principal garantir sustentabilidade à expansão da economia. Visa, paralelamente, incentivar e ampliar os investimentos produtivos, elevar as taxas de crescimento da economia brasileira e permitir que esse crescimento se dê em bases sustentáveis. Mais do que estabelecer metas, o governo brasileiro sabe que é preciso definir estratégias para alcançá-las. Coordenada pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), a elaboração da Estratégia Brasileira de Exportação abarca medidas que passam pelo aumento da competitividade da base exportadora, a facilitação do comércio e a capacitação de pequenas e médias empresas (PMEs). Com referência a esse fortalecimento das PMEs, vale dizer que a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), por meio de projetos setoriais integrados (PSIs), promove as exportações de mais de 65 setores da economia brasileira. No Espírito Santo, onde o crescimento anual médio das exportações entre 2002 e 2007 foi semelhante ao crescimento total das exportações brasileiras (21%), a Apex-Brasil apóia várias empresas, divididas em 10 projetos. São iniciativas que dão suporte a setores tão diversos como têxteis, calçados, cosméticos e rochas ornamentais. Alinhada à proposta do governo brasileiro de definir mercados-alvo, setores prioritários e países traders para elevar a participação das exportações brasileiras no mercado global, a Apex-Brasil levantou dados macroeconômicos, nível e concentração da renda interna, geração de emprego e possibilidade de inserção de produtos brasileiros em mais de 100 países. Desse estudo, foram identificados seis países traders (que servirão como porta de entrada para as exportações do Brasil em todos os continentes) e 16 mercados prioritários. Assim, para a América Latina foram escolhidos Chile e Panamá; para Europa, Turquia; para o Oriente Médio, os Emirados Árabes Unidos; e para a África e Ásia, África do Sul e Cingapura, respectivamente. Já os mercados prioritários são os seguintes: Argentina, Colômbia, Cuba, Peru, Venezuela, Noruega, Polônia, Rússia, China, Coréia do Sul, Vietnã, Canadá, EUA, México, Angola e Egito. A intenção não é apenas identificar grandes importadores, mas, sobretudo, promover maior interação com economias complementares à brasileira e, assim, consolidar o país como relevante player mundial. O Brasil, a despeito das turbulências no cenário econômico mundial, manteve bom desempenho global no qüinqüênio 2003-2007. Entretanto, para que atinja índices de crescimento semelhantes aos dos demais grandes emergentes, é imperativo que iniciativas que toquem fragilidades institucionais e socioeconômicas sejam encorajadas e levadas à execução. A Apex-Brasil sabe disso e, especialmente no que tange às metas para as exportações, a Agência atua em duas frentes. No âmbito do governo, apoiando e colaborando na estruturação de medidas que visem ao fortalecimento do comércio exterior. Na interlocução com entidades e empresas parceiras, auxiliando na formulação e desenvolvimento de estratégias para crescimento da participação no mercado internacional e aprimorando a qualidade e o resultado dos projetos setoriais. Respeitados os acordos e regras internacionais, o comércio exterior brasileiro tem todas as condições de se tornar mais eficiente e competitivo. Mais do que acreditar nessa premissa, a Apex-Brasil está trabalhando fortemente para torná-la uma realidade.
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| Última atualização ( Seg, 29 de Junho de 2009 11:24 ) |
Segundo Receita Operacional Bruta no Espírito Santo
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